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Gengibre funciona na menopausa? Descubra o que ninguem te contou!

Gengibre funciona na menopausa? Descubra o que ninguem te contou!

A importancia do gengibre na menopausa

A menopausa é um período fisiológico, ou seja, normal – marcado por diversas mudanças no corpo da mulher, devido à diminuição dos níveis hormonais, principalmente do estrogênio. Essas alterações podem causar sintomas desconfortáveis, como ondas de calor, sudorese noturna, alterações de humor, insônia e até ganho de peso. 

Nesse contexto, temos que cada vez mais buscar o tratamento da menopausa de forma natural, já que é um período normal da vida da mulher e merecemos o melhor possível. Não há um modelo único. Cada uma de nós tem uma menopausa diferente. Cada uma tem que buscar o que mais lhe incomoda e como resolver de forma natural. A solução tem que ser sempre individualizada. Com esse texto, começamos o enfoque nos alimentos que buscam diminuir as nossas deficiências na menopausa.
O gengibre surge como um aliado natural para aliviar muitos desses desconfortos.

Benefícios do Gengibre na Menopausa

  1. Efeitos Anti-Inflamatórios e Antioxidantes

O gengibre contém compostos fenólicos ativos, como gingeróis, shogaóis e zingerona, que exercem potentes efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes.

Devido ao seu poder anti-inflamatório, o gengibre pode ajudar a reduzir dores nas articulações e músculos, queixas frequentes durante a menopausa por causa da queda nos níveis de estrogênio.

Essa ação é particularmente relevante na menopausa, uma vez que a deficiência de estrogênio está associada a um aumento na inflamação crônica de baixo grau, contribuindo para dores articulares, resistência à insulina e risco cardiovascular.

 

  1. Modulação da Termorregulação e Redução dos Fogachos

Um dos sintomas mais debilitantes da menopausa são as ondas de calor que ocorrem devido a desregulações no hipotálamo, região responsável pelo controle da temperatura corporal. Os gingeróis podem modular a atividade de receptores TRPV1 (transient receptor potential vanilloid 1), envolvidos na percepção de calor e dor.

Além disso, o gengibre promove a vasodilatação periférica  explicando sua eficácia na redução da intensidade e frequência dos fogachos.

 

  1. Efeitos Termogênicos e Controle do Peso Corporal

O declínio do estrogênio na menopausa está associado a mudanças na distribuição da gordura corporal, com aumento da adiposidade abdominal e redução da taxa metabólica basal. O gengibre atua como um agente termogênico, estimulando o aumento do gasto energético, acelerando o metabolismo e favorecendo a queima de gordura. Isso é especialmente útil durante a menopausa, quando muitas mulheres enfrentam dificuldades para manter o peso devido às mudanças hormonais.

Além disso, os gingeróis ativam receptores adrenérgicos β3, que promovem a lipólise (quebra de gordura) e inibem a adipogênese (formação de novas células de gordura). Esses efeitos podem ajudar a mitigar o ganho de peso comum na menopausa.

 

  1. Melhora do Humor e Combate ao estresse

A diminuição dos níveis de estrogênio afeta a produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina, contribuindo para alterações de humor, ansiedade e depressão.

O gengibre estimula a circulação sanguínea e tem compostos bioativos que podem auxiliar na redução do estresse e da ansiedade, comuns nessa fase. Além disso, seu consumo regular pode contribuir para a produção de serotonina, melhorando o bem-estar emocional.

 

  1. Ação Gastrointestinal e Melhora da Digestão

Muitas mulheres na menopausa relatam distúrbios digestivos, como refluxo, constipação e inchaço. O gengibre estimula a motilidade intestinal através da ativação de receptores serotoninérgicos e modulação da atividade colinérgica. Além disso, é eficaz na redução de náuseas e vômitos

Gengibre Fresco x Gengibre em pó x Extrato concentrado de Gengibre x Óleo essencial de Gengibre

O gengibre é um verdadeiro aliado natural contra os sintomas da menopausa, mas você sabia que existem formas diferentes de usar o gengibre — como fresco, em pó, óleo essencial e extrato concentrado — e que cada uma dessas formas age de maneira diferente no corpo?
Agora, você vai entender qual forma do gengibre é a mais poderosa para aliviar os seus sintomas da menopausa, como ondas de calor, irritabilidade, dores nas articulações, retenção de líquidos e até ganho de peso.
Vamos comparar ponto a ponto o gengibre fresco, o gengibre em pó, o óleo essencial e o extrato concentrado. Você vai descobrir aqui pode transformar completamente a forma como você lida com a menopausa — sem depender só de hormônios ou remédios!

1. Composição e potência: o que tem mais princípio ativo?
Vamos começar entendendo a concentração dos compostos ativos em cada forma:
• Gengibre fresco: contém uma alta concentração de gingerol, que tem ação anti-inflamatória, digestiva e antioxidante. Mas, por ser fresco, a quantidade de princípio ativo é diluída em água. Ou seja: você precisa de uma quantidade maior para obter o efeito desejado.
• Gengibre em pó: ao ser desidratado, o gengibre perde parte da água e se torna mais concentrado. Além disso, o gingerol se transforma em shogaol, que tem ação ainda mais potente contra as inflamações e as dores.
• Extrato concentrado de gengibre: aqui estamos falando de uma forma líquida, muitas vezes padronizada, com altos níveis de gingerol e shogaol. Ele pode ser até 10 vezes mais forte do que o gengibre em pó. É ideal para quem busca efeito rápido e intenso.
• Óleo essencial de gengibre: extraído por destilação a vapor, é rico em zingibereno e outros compostos voláteis. Ele age mais no sistema nervoso, linfático e circulatório. Seu uso é mais eficaz em massagens, aromaterapia ou aplicação tópica diluída — e não deve ser ingerido.
Conclusão: se você quer algo potente para dores e inflamações, extrato e pó ganham em concentração. Se busca efeitos mais sutis ou digestivos, o fresco já ajuda. Para relaxamento, ansiedade e equilíbrio emocional, o óleo essencial pode ser um diferencial.

Qual é o melhor para cada sintoma?

Ondas de calor? Use gengibre em pó ou extrato. Eles regulam melhor a temperatura corporal.
Dores nas articulações? Extrato ou cápsulas com gengibre em pó – ação anti-inflamatória mais forte.
Insônia e ansiedade? Óleo essencial de gengibre no difusor ou pingado no travesseiro.
Inchaço e retenção de líquidos? Chá com gengibre fresco, duas vezes ao dia.
Baixa libido? Óleo essencial em massagem + extrato via oral.
Cansaço constante? Gengibre em pó ou extrato, de manhã ou no almoço.
Concluindo, a forma ideal de consumo varia conforme o sintoma. Não existe um único vencedor — mas sim o tipo certo para o sintoma certo. E, em muitos casos, o uso combinado de duas formas (por exemplo, extrato + óleo essencial) dá o melhor resultado.

2. Velocidade e duração do efeito
Esse é um ponto crucial, porque quem está sofrendo com uma onda de calor intensa ou uma dor nas articulações quer alívio rápido, certo?
• Gengibre fresco: começa a agir em 30 a 60 minutos, mas seu efeito é mais curto, ideal para uso em chás.
• Gengibre em pó: tem efeito mais duradouro, começando a agir entre 1 e 2 horas após o consumo.
• Extrato concentrado: ação quase imediata, em cerca de 15 a 30 minutos, dependendo da forma de consumo (sublingual ou cápsula).
• Óleo essencial: inalado ou usado topicamente, atua em poucos minutos no sistema nervoso, excelente para crises de estresse, insônia ou ansiedade.
Conclusão desse ponto: para ação rápida e duradoura, o extrato é o mais eficiente, seguido pelo óleo essencial (para sintomas emocionais). O fresco é bom, mas exige uso constante. O seu efeito é a longo prazo.

3. Absorção e biodisponibilidade
Biodisponibilidade é a capacidade do corpo de absorver e usar um composto.
• Fresco: a absorção é boa, especialmente quando consumido com um pouco de gordura (óleo de coco, por exemplo), mas o gingerol é sensível à acidez estomacal.
• Pó: melhora a biodisponibilidade do shogaol, mas precisa de digestão mais completa.
• Extrato: altamente biodisponível, especialmente em fórmulas líquidas ou sublinguais.
• Óleo essencial: não é digerido, mas absorvido pela pele ou pelo olfato, atuando de forma indireta nos sistemas nervoso e endócrino.
Concluindo, o extrato é o campeão em absorção direta, seguido pelo óleo essencial (por via inalatória). O fresco exige maior frequência de uso.

4. Segurança e contraindicações
Nem tudo que é natural é 100% seguro, principalmente se usado em excesso. Veja os cuidados com cada forma:
• Gengibre fresco: seguro, mas pode causar azia ou irritar o estômago se consumido em grandes quantidades.
• Pó: mais concentrado, pode causar refluxo ou acelerar o coração se tomado em excesso.
• Extrato: deve ser usado conforme dose recomendada, pois seu efeito é muito mais intenso.
• Óleo essencial: não deve ser ingerido sem recomendação médica. Pode causar irritação se usado puro na pele — sempre diluir em óleo vegetal.
Concluindo, o gengibre fresco é mais seguro para o uso diário. O extrato e o óleo são eficazes, mas devem ser usados com orientação médica.

Qual gengibre é melhor para a menopausa?

✅ Se você quer um efeito poderoso e concentrado, use extrato de gengibre (líquido ou cápsula).
✅ Para sintomas emocionais como ansiedade e insônia, óleo essencial é o melhor caminho.
✅ Para digestão, retenção de líquidos e uso diário, o gengibre fresco é o ideal.
✅ Para quem quer um meio-termo entre potência e praticidade, o gengibre em pó é muito versátil.

Cada forma tem sua função, e você não precisa escolher só uma. O ideal é montar uma rotina onde cada forma do gengibre trabalha em conjunto para cuidar do seu corpo e mente nessa fase tão delicada e transformadora que é a menopausa. Veja nossas receitas e nosso planner de cuidados naturais antifogachos que integra vários alimentos e cuidados diários que você deve ter com você nessa nova fase. Lembre-se na gravidez a atenção principal é com a saúde do bebê. Na menopausa, a atenção é com VOCÊ! Você é o centro da atenção!

 

Como Consumir Gengibre na Menopausa?

 

Para obter os benefícios do gengibre na menopausa, é importante incorporá-lo na dieta de forma variada e em quantidades adequadas. Algumas das melhores fontes incluem:

  1. Gengibre Fresco
  • Chá de gengibre:Ferva 2-3 fatias finas em água por 10 minutos. Pode ser combinado com limão e mel.
  • Sucos e smoothies:Adicione uma colher de chá de gengibre ralado a sucos de abacaxi, maçã ou laranja.
  • Água aromatizada:Adicione rodelas de gengibre a uma jarra de água com limão para um refresco saudável.
  • Tempero para pratos:Use gengibre ralado em sopas, carnes, legumes e molhos.

 

  1. Gengibre em Pó
  • Adicionado a vitaminas, mingaus e bolos.
  • Em misturas de especiarias, como curry e garam masala.

 

  1. Gengibre Cristalizado ou Desidratado
  • Como snack ou adicionado a granolas e mixes de frutas secas.

 

  1. Óleo e Extratos de Gengibre
  • Usados em cápsulas ou como condimento em pequenas quantidades.

 

Dosagem Recomendada

Estudos sugerem que o consumo diário de 1 a 3 gramas de gengibre em pó ou 10 a 30g de gengibre fresco é seguro e eficaz para obter seus benefícios.

 

Dica prática de uso combinado do Gengibre para Mulheres na Menopausa:

  • Manhã: 1 xícara de chá de gengibre fresco com limão : Acorda o corpo e melhora digestão.
  • Tarde ou noite: cápsula ou infusão com 1 colher de chá de gengibre em pó; Ação anti-inflamatória e regula hormônios.
  • Receitas: Adicione o gengibre fresco em saladas e sopas, e o em pó em sucos, mingaus ou iogurtes. Veja nossos ebooks de receitas!

 

Cuidados e Contraindicações

Atenção: gengibre é natural, mas não é brincadeira. Use com moderação.

  • Se você tem gastrite, toma anticoagulantes ou está usando reposição hormonal, fale com seu médico antes de usar em cápsula ou extrato.
  • O óleo essencial nunca deve ser ingerido, tá? Sempre use diluído na pele ou inalado.
  • E não adianta usar só um dia e achar que vai funcionar. O gengibre age de forma acumulativa — você precisa usar todos os dias para ver o efeito completo.

 

Considerações Finais

O gengibre é um poderoso aliado natural para as mulheres na menopausa, ajudando a aliviar sintomas físicos e emocionais de forma eficaz.

O gengibre apresenta múltiplos mecanismos de ação que o tornam um adjuvante promissor no manejo dos sintomas da menopausa. Seus efeitos anti-inflamatórios, termorreguladores, metabólicos e neuroprotetores são respaldados por evidências científicas.

Incorporá-lo à dieta pode trazer mais conforto e qualidade de vida nessa fase de transição. No entanto, é sempre importante associar seu consumo a uma alimentação equilibrada e hábitos saudáveis.

Se você gostou desse conteúdo, se inscreva no blog e assista nossos vídeos no you tube.

Seu corpo pode sim passar por essa fase com equilíbrio, energia e bem-estar — e com a ajuda certa da natureza, tudo fica mais leve.

Te vejo no próximo texto!

 

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Gengibre funciona na menopausa? Descubra o que ninguem te contou!

Gengibre funciona na menopausa? Descubra o que ninguem te contou!

A importancia do gengibre na menopausa

A menopausa é um período fisiológico, ou seja, normal – marcado por diversas mudanças no corpo da mulher, devido à diminuição dos níveis hormonais, principalmente do estrogênio. Essas alterações podem causar sintomas desconfortáveis, como ondas de calor, sudorese noturna, alterações de humor, insônia e até ganho de peso. 

Nesse contexto, temos que cada vez mais buscar o tratamento da menopausa de forma natural, já que é um período normal da vida da mulher e merecemos o melhor possível. Não há um modelo único. Cada uma de nós tem uma menopausa diferente. Cada uma tem que buscar o que mais lhe incomoda e como resolver de forma natural. A solução tem que ser sempre individualizada. Com esse texto, começamos o enfoque nos alimentos que buscam diminuir as nossas deficiências na menopausa.
O gengibre surge como um aliado natural para aliviar muitos desses desconfortos.

Benefícios do Gengibre na Menopausa

  1. Efeitos Anti-Inflamatórios e Antioxidantes

O gengibre contém compostos fenólicos ativos, como gingeróis, shogaóis e zingerona, que exercem potentes efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes.

Devido ao seu poder anti-inflamatório, o gengibre pode ajudar a reduzir dores nas articulações e músculos, queixas frequentes durante a menopausa por causa da queda nos níveis de estrogênio.

Essa ação é particularmente relevante na menopausa, uma vez que a deficiência de estrogênio está associada a um aumento na inflamação crônica de baixo grau, contribuindo para dores articulares, resistência à insulina e risco cardiovascular.

 

  1. Modulação da Termorregulação e Redução dos Fogachos

Um dos sintomas mais debilitantes da menopausa são as ondas de calor que ocorrem devido a desregulações no hipotálamo, região responsável pelo controle da temperatura corporal. Os gingeróis podem modular a atividade de receptores TRPV1 (transient receptor potential vanilloid 1), envolvidos na percepção de calor e dor.

Além disso, o gengibre promove a vasodilatação periférica  explicando sua eficácia na redução da intensidade e frequência dos fogachos.

 

  1. Efeitos Termogênicos e Controle do Peso Corporal

O declínio do estrogênio na menopausa está associado a mudanças na distribuição da gordura corporal, com aumento da adiposidade abdominal e redução da taxa metabólica basal. O gengibre atua como um agente termogênico, estimulando o aumento do gasto energético, acelerando o metabolismo e favorecendo a queima de gordura. Isso é especialmente útil durante a menopausa, quando muitas mulheres enfrentam dificuldades para manter o peso devido às mudanças hormonais.

Além disso, os gingeróis ativam receptores adrenérgicos β3, que promovem a lipólise (quebra de gordura) e inibem a adipogênese (formação de novas células de gordura). Esses efeitos podem ajudar a mitigar o ganho de peso comum na menopausa.

 

  1. Melhora do Humor e Combate ao estresse

A diminuição dos níveis de estrogênio afeta a produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina, contribuindo para alterações de humor, ansiedade e depressão.

O gengibre estimula a circulação sanguínea e tem compostos bioativos que podem auxiliar na redução do estresse e da ansiedade, comuns nessa fase. Além disso, seu consumo regular pode contribuir para a produção de serotonina, melhorando o bem-estar emocional.

 

  1. Ação Gastrointestinal e Melhora da Digestão

Muitas mulheres na menopausa relatam distúrbios digestivos, como refluxo, constipação e inchaço. O gengibre estimula a motilidade intestinal através da ativação de receptores serotoninérgicos e modulação da atividade colinérgica. Além disso, é eficaz na redução de náuseas e vômitos

Gengibre Fresco x Gengibre em pó x Extrato concentrado de Gengibre x Óleo essencial de Gengibre

O gengibre é um verdadeiro aliado natural contra os sintomas da menopausa, mas você sabia que existem formas diferentes de usar o gengibre — como fresco, em pó, óleo essencial e extrato concentrado — e que cada uma dessas formas age de maneira diferente no corpo?
Agora, você vai entender qual forma do gengibre é a mais poderosa para aliviar os seus sintomas da menopausa, como ondas de calor, irritabilidade, dores nas articulações, retenção de líquidos e até ganho de peso.
Vamos comparar ponto a ponto o gengibre fresco, o gengibre em pó, o óleo essencial e o extrato concentrado. Você vai descobrir aqui pode transformar completamente a forma como você lida com a menopausa — sem depender só de hormônios ou remédios!

1. Composição e potência: o que tem mais princípio ativo?
Vamos começar entendendo a concentração dos compostos ativos em cada forma:
• Gengibre fresco: contém uma alta concentração de gingerol, que tem ação anti-inflamatória, digestiva e antioxidante. Mas, por ser fresco, a quantidade de princípio ativo é diluída em água. Ou seja: você precisa de uma quantidade maior para obter o efeito desejado.
• Gengibre em pó: ao ser desidratado, o gengibre perde parte da água e se torna mais concentrado. Além disso, o gingerol se transforma em shogaol, que tem ação ainda mais potente contra as inflamações e as dores.
• Extrato concentrado de gengibre: aqui estamos falando de uma forma líquida, muitas vezes padronizada, com altos níveis de gingerol e shogaol. Ele pode ser até 10 vezes mais forte do que o gengibre em pó. É ideal para quem busca efeito rápido e intenso.
• Óleo essencial de gengibre: extraído por destilação a vapor, é rico em zingibereno e outros compostos voláteis. Ele age mais no sistema nervoso, linfático e circulatório. Seu uso é mais eficaz em massagens, aromaterapia ou aplicação tópica diluída — e não deve ser ingerido.
Conclusão: se você quer algo potente para dores e inflamações, extrato e pó ganham em concentração. Se busca efeitos mais sutis ou digestivos, o fresco já ajuda. Para relaxamento, ansiedade e equilíbrio emocional, o óleo essencial pode ser um diferencial.

Qual é o melhor para cada sintoma?

Ondas de calor? Use gengibre em pó ou extrato. Eles regulam melhor a temperatura corporal.
Dores nas articulações? Extrato ou cápsulas com gengibre em pó – ação anti-inflamatória mais forte.
Insônia e ansiedade? Óleo essencial de gengibre no difusor ou pingado no travesseiro.
Inchaço e retenção de líquidos? Chá com gengibre fresco, duas vezes ao dia.
Baixa libido? Óleo essencial em massagem + extrato via oral.
Cansaço constante? Gengibre em pó ou extrato, de manhã ou no almoço.
Concluindo, a forma ideal de consumo varia conforme o sintoma. Não existe um único vencedor — mas sim o tipo certo para o sintoma certo. E, em muitos casos, o uso combinado de duas formas (por exemplo, extrato + óleo essencial) dá o melhor resultado.

2. Velocidade e duração do efeito
Esse é um ponto crucial, porque quem está sofrendo com uma onda de calor intensa ou uma dor nas articulações quer alívio rápido, certo?
• Gengibre fresco: começa a agir em 30 a 60 minutos, mas seu efeito é mais curto, ideal para uso em chás.
• Gengibre em pó: tem efeito mais duradouro, começando a agir entre 1 e 2 horas após o consumo.
• Extrato concentrado: ação quase imediata, em cerca de 15 a 30 minutos, dependendo da forma de consumo (sublingual ou cápsula).
• Óleo essencial: inalado ou usado topicamente, atua em poucos minutos no sistema nervoso, excelente para crises de estresse, insônia ou ansiedade.
Conclusão desse ponto: para ação rápida e duradoura, o extrato é o mais eficiente, seguido pelo óleo essencial (para sintomas emocionais). O fresco é bom, mas exige uso constante. O seu efeito é a longo prazo.

3. Absorção e biodisponibilidade
Biodisponibilidade é a capacidade do corpo de absorver e usar um composto.
• Fresco: a absorção é boa, especialmente quando consumido com um pouco de gordura (óleo de coco, por exemplo), mas o gingerol é sensível à acidez estomacal.
• Pó: melhora a biodisponibilidade do shogaol, mas precisa de digestão mais completa.
• Extrato: altamente biodisponível, especialmente em fórmulas líquidas ou sublinguais.
• Óleo essencial: não é digerido, mas absorvido pela pele ou pelo olfato, atuando de forma indireta nos sistemas nervoso e endócrino.
Concluindo, o extrato é o campeão em absorção direta, seguido pelo óleo essencial (por via inalatória). O fresco exige maior frequência de uso.

4. Segurança e contraindicações
Nem tudo que é natural é 100% seguro, principalmente se usado em excesso. Veja os cuidados com cada forma:
• Gengibre fresco: seguro, mas pode causar azia ou irritar o estômago se consumido em grandes quantidades.
• Pó: mais concentrado, pode causar refluxo ou acelerar o coração se tomado em excesso.
• Extrato: deve ser usado conforme dose recomendada, pois seu efeito é muito mais intenso.
• Óleo essencial: não deve ser ingerido sem recomendação médica. Pode causar irritação se usado puro na pele — sempre diluir em óleo vegetal.
Concluindo, o gengibre fresco é mais seguro para o uso diário. O extrato e o óleo são eficazes, mas devem ser usados com orientação médica.

Qual gengibre é melhor para a menopausa?

✅ Se você quer um efeito poderoso e concentrado, use extrato de gengibre (líquido ou cápsula).
✅ Para sintomas emocionais como ansiedade e insônia, óleo essencial é o melhor caminho.
✅ Para digestão, retenção de líquidos e uso diário, o gengibre fresco é o ideal.
✅ Para quem quer um meio-termo entre potência e praticidade, o gengibre em pó é muito versátil.

Cada forma tem sua função, e você não precisa escolher só uma. O ideal é montar uma rotina onde cada forma do gengibre trabalha em conjunto para cuidar do seu corpo e mente nessa fase tão delicada e transformadora que é a menopausa. Veja nossas receitas e nosso planner de cuidados naturais antifogachos que integra vários alimentos e cuidados diários que você deve ter com você nessa nova fase. Lembre-se na gravidez a atenção principal é com a saúde do bebê. Na menopausa, a atenção é com VOCÊ! Você é o centro da atenção!

 

Como Consumir Gengibre na Menopausa?

 

Para obter os benefícios do gengibre na menopausa, é importante incorporá-lo na dieta de forma variada e em quantidades adequadas. Algumas das melhores fontes incluem:

  1. Gengibre Fresco
  • Chá de gengibre:Ferva 2-3 fatias finas em água por 10 minutos. Pode ser combinado com limão e mel.
  • Sucos e smoothies:Adicione uma colher de chá de gengibre ralado a sucos de abacaxi, maçã ou laranja.
  • Água aromatizada:Adicione rodelas de gengibre a uma jarra de água com limão para um refresco saudável.
  • Tempero para pratos:Use gengibre ralado em sopas, carnes, legumes e molhos.

 

  1. Gengibre em Pó
  • Adicionado a vitaminas, mingaus e bolos.
  • Em misturas de especiarias, como curry e garam masala.

 

  1. Gengibre Cristalizado ou Desidratado
  • Como snack ou adicionado a granolas e mixes de frutas secas.

 

  1. Óleo e Extratos de Gengibre
  • Usados em cápsulas ou como condimento em pequenas quantidades.

 

Dosagem Recomendada

Estudos sugerem que o consumo diário de 1 a 3 gramas de gengibre em pó ou 10 a 30g de gengibre fresco é seguro e eficaz para obter seus benefícios.

 

Dica prática de uso combinado do Gengibre para Mulheres na Menopausa:

  • Manhã: 1 xícara de chá de gengibre fresco com limão : Acorda o corpo e melhora digestão.
  • Tarde ou noite: cápsula ou infusão com 1 colher de chá de gengibre em pó; Ação anti-inflamatória e regula hormônios.
  • Receitas: Adicione o gengibre fresco em saladas e sopas, e o em pó em sucos, mingaus ou iogurtes. Veja nossos ebooks de receitas!

 

Cuidados e Contraindicações

Atenção: gengibre é natural, mas não é brincadeira. Use com moderação.

  • Se você tem gastrite, toma anticoagulantes ou está usando reposição hormonal, fale com seu médico antes de usar em cápsula ou extrato.
  • O óleo essencial nunca deve ser ingerido, tá? Sempre use diluído na pele ou inalado.
  • E não adianta usar só um dia e achar que vai funcionar. O gengibre age de forma acumulativa — você precisa usar todos os dias para ver o efeito completo.

 

Considerações Finais

O gengibre é um poderoso aliado natural para as mulheres na menopausa, ajudando a aliviar sintomas físicos e emocionais de forma eficaz.

O gengibre apresenta múltiplos mecanismos de ação que o tornam um adjuvante promissor no manejo dos sintomas da menopausa. Seus efeitos anti-inflamatórios, termorreguladores, metabólicos e neuroprotetores são respaldados por evidências científicas.

Incorporá-lo à dieta pode trazer mais conforto e qualidade de vida nessa fase de transição. No entanto, é sempre importante associar seu consumo a uma alimentação equilibrada e hábitos saudáveis.

Se você gostou desse conteúdo, se inscreva no blog e assista nossos vídeos no you tube.

Seu corpo pode sim passar por essa fase com equilíbrio, energia e bem-estar — e com a ajuda certa da natureza, tudo fica mais leve.

Te vejo no próximo texto!

 

Referências

1.

Labor Dystocia in Nulliparous Women.

LeFevre NM, Krumm E, Cobb WJ.

American Family Physician. 2021;103(2):90-96.

2.

The Latent Phase of Labor.

Cohen WR, Friedman EA.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2023;228(5S):S1017-S1024. doi:10.1016/j.ajog.2022.04.029.

3.

Defining and Managing Normal and Abnormal First Stage of Labor.

Rhoades JS, Cahill AG.

Obstetrics and Gynecology Clinics of North America. 2017;44(4):535-545. doi:10.1016/j.ogc.2017.07.001.

4. 

The Active Phase of Labor.

Friedman EA, Cohen WR.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2023;228(5S):S1037-S1049. doi:10.1016/j.ajog.2021.12.269.

5.

Parturition at Term: Induction, Second and Third Stages of Labor, and Optimal Management of Life-Threatening Complications-Hemorrhage, Infection, and Uterine Rupture.

Romero R, Sabo Romero V, Kalache KD, Stone J.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2024;230(3S):S653-S661. doi:10.1016/j.ajog.2024.02.005.

  • Doenças cardiovasculares:Mulheres com doenças cardíacas congênitas ou adquiridas, como hipertensão crônica ou insuficiência cardíaca, têm maior risco de complicações como pré-eclâmpsia e parto prematuro. Essas condições podem prolongar o primeiro estágio do trabalho de parto e aumentar a necessidade de intervenções, como cesariana.[1-2]
  • Obesidade:Mulheres obesas apresentam um progresso mais lento do trabalho de parto, especialmente antes de 6 cm de dilatação cervical, o que pode levar a um aumento na duração do primeiro estágio e maior necessidade de oxitocina para indução.[3-4]

Segundo estágio:

  • Diabetes mellitus:Tanto o diabetes gestacional quanto o pré-existente podem aumentar o risco de macrossomia fetal, o que pode prolongar o segundo estágio do trabalho de parto e aumentar a probabilidade de parto instrumental ou cesariana.[2][5]
  • Doenças pulmonares:Condições como asma e hipertensão pulmonar podem dificultar o esforço expulsivo da mãe, prolongando o segundo estágio e aumentando o risco de complicações maternas e neonatais.[1-2]

Terceiro estágio:

  • Distúrbios de coagulação:Mulheres com condições como trombofilia ou doenças hepáticas têm um risco aumentado de hemorragia pós-parto, o que pode complicar o terceiro estágio do trabalho de parto.[2][6]
  • Infecções:A presença de infecções maternas, como corioamnionite, pode aumentar o risco de complicações infecciosas durante o terceiro estágio, incluindo endometrite e sepse.[7-8]

Essas informações são baseadas em diretrizes e estudos clínicos, incluindo as recomendações da Society for Maternal-Fetal Medicine, que destacam a importância de monitoramento e cuidados adicionais para mulheres com condições crônicas durante o trabalho de parto.[2][9]

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References

1.

Maternal Comorbidities and Complications of Delivery in Pregnant Women With Congenital Heart Disease.

Schlichting LE, Insaf TZ, Zaidi AN, Lui GK, Van Zutphen AR.

Journal of the American College of Cardiology. 2019;73(17):2181-2191. doi:10.1016/j.jacc.2019.01.069.

 Leading Journal 

2.

Society for Maternal-Fetal Medicine Consult Series #54: Assessing the Risk of Maternal morbidity and Mortality.

Lappen JR, Pettker CM, Louis JM.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2021;224(4):B2-B15. doi:10.1016/j.ajog.2020.12.006.

3.

Maternal Prepregnancy Overweight and Obesity and the Pattern of Labor Progression in Term Nulliparous Women.

Vahratian A, Zhang J, Troendle JF, Savitz DA, Siega-Riz AM.

Obstetrics and Gynecology. 2004;104(5 Pt 1):943-51. doi:10.1097/01.AOG.0000142713.53197.91.

4.

Effect of Maternal BMI on Labor Outcomes in Primigravida Pregnant Women.

Khalifa E, El-Sateh A, Zeeneldin M, et al.

BMC Pregnancy and Childbirth. 2021;21(1):753. doi:10.1186/s12884-021-04236-z.

5.

First Stage of Labor Progression in Women With Large-for-Gestational Age Infants.

Blankenship SA, Woolfolk CL, Raghuraman N, et al.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2019;221(6):640.e1-640.e11. doi:10.1016/j.ajog.2019.06.042.

6.

Maternal Morbidity and Risk of Death at Delivery Hospitalization.

Campbell KH, Savitz D, Werner EF, et al.

Obstetrics and Gynecology. 2013;122(3):627-33. doi:10.1097/AOG.0b013e3182a06f4e.

7.

Maternal Inflammatory Markers and Term Labor Performance.

Cierny JT, Unal ER, Flood P, et al.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2014;210(5):447.e1-6. doi:10.1016/j.ajog.2013.11.038.

8.

Maternal Age and Risk of Labor and Delivery Complications.

Cavazos-Rehg PA, Krauss MJ, Spitznagel EL, et al.

Maternal and Child Health Journal. 2015;19(6):1202-11. doi:10.1007/s10995-014-1624-7.

9.

Society for Maternal-Fetal Medicine Consult Series #55: Counseling Women at Increased Risk of Maternal Morbidity and Mortality.

Kaimal A, Norton ME.

American Journal of Obstetrics and Gynecology. 2021;224(4):B16-B23. doi:10.1016/j.ajog.2020.12.007.

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